Para além da mãe e do pai, ao nascer todos temos um céu. O nosso céu de nascimento é único, como seres únicos que somos. É uma impressão celeste, uma centelha de energia que ecoa na nossa dimensão terrestre, expressa numa panóplia de possibilidades que nos cabe saber decifrar e compreender e que é tão só o reflexo da sabedoria do cosmos. Não é um código inatingível, mas um instrumento ao alcance dos que acreditam, que a vida, em si mesma, necessita de descodificação.
O potencial energético expresso no céu do nascimento é dinâmico e vivencial, ele evolui com o objectivo concreto de podermos aceder e compreender os padrões que nos amarram, a fim de os transmutarmos em energias libertadoras e assim mesmo tornarmo-nos PESSOAS.
Que fazer com esse potencial? Como fazer para compreender e harmonizar essas energias, nem sempre controláveis, nem sempre estruturantes? A Psicologia e a Astrologia, utilizando linguagens simbólicas que se cruzam e complementam vão-se impondo, cada vez mais, como disciplinas essenciais a uma melhor compreensão do processo que é, tão só, EXISTIR.
Proponho-lhe então que se atreva na caminhada.
Fernando Barnabé
FERNANDO BARNABÉ
Nasceu em Alvor, em 1958. Signo de Aquário com Ascendente Balança.