Por vezes, na análise de um mapa astral podemos observar que existem planetas que não formam aspectos maiores ou Ptolomaicos (Conjunção, Oposição, Quadratura, Trígono e Sextil), com outros planetas ou com pontos significativos do mapa, como por exemplo, as casas angulares, o Ascendente e o Descendente, o Fundo e o Meio do Céu, ou com a cúspide de outras casas astrológicos, os nódos lunares, etc.
Na realidade muitos astrólogos consideram que um planeta não forma aspectos sobretudo se este não se aplica no mapa a outros corpos celestes ou pontos significativos descritos acima através dos aspectos maiores. No entanto uma análise mais fina pode levar-nos à descoberta, e hoje muitos programas astrológicos o permitem, de aspectos considerados “médios e menores” que são igualmente relevantes.
Não deveremos descurar por exemplo, o quintil (72º) e o biquintil (144º) que são ângulos que prometem competências criativas e talentos múltiplos aos sujeitos. E o que dizer do septil (51º 4') e do bisseptil (102º/103º) que comummente expressam num mapa astral uma experiência fundamental ou “dramática” para a transformação do indivíduo?
É claro, que podemos deparar-nos ainda com outros “aspectos menores”, como por exemplo o quincôncio, o semi-sextil, a sesquiquadratura, para não mencionar outros igualmente importantes na análise da expressão e projecção do sujeito no cosmos.
FERNANDO BARNABÉ
Nasceu em Alvor, em 1958. Signo de Aquário com Ascendente Balança.